Oktoberfest 2007
Atraindo milhares de pessoas, tradicional festa alemã faz parte dos eventos mais importantes do País 29.10.2007
Com mais de duas décadas de comemorações regadas a cerveja, música, alegria e memória, a Oktoberfest chega a sua 24ª edição este ano, agitando o Sul do País em diversas cidades da região. Conhecida como festival de cerveja celebrada no mês de outubro (do alemão “oktober” – outubro – e “fest” – festa), o evento atrai centenas de milhares de pessoas de todo o Brasil e turistas de outros países.
As maiores festas do gênero acontecem na cidade catarinense de Blumenau e nos municípios gaúchos de Santa Cruz do Sul e Igrejinha, além de outras cidades. A Oktoberfest chegou ao País com a cultura dos imigrantes alemães, que no início do século 20 promoviam festas em diversas sociedades. Entretanto, somente em 1984 o evento tornou-se uma festa popular em Blumenau e, no ano seguinte, em Santa Cruz do Sul.

De acordo com os organizadores do evento em Blumenau, a Oktoberfest atraiu em 2006 cerca de 700 mil pessoas de vários estados e países da América Latina e até da Alemanha. Além do consumo de cerveja, há desfiles de grupos com trajes típicos de origem germânica (Trachten), apresentações musicais e comida típica alemãs. Além do município, outras cidades catarinenses, como Brusque, Timbó, Jaraguá do Sul, entre outras, realizam o festival.

No Rio Grande do Sul, a Oktoberfest ocorre em diversos municípios do estado, como Cerro Largo, Portão, São Lourenço do Sul, entre outras. As maiores festas acontecem em Santa Cruz do Sul, que registra uma média aproximada de 300 mil visitantes e em Igrejinha, onde cerca de 10% da população local trabalha voluntariamente no evento. Outro estado que realiza o festival é o Paraná, cuja festa mais destacada ocorre em Marechal Cândido Rondon, que conta com a presença de 30 mil pessoas por ano.
História
Tudo começou em 12 de outubro de 1810, quando o rei da Baviera Luis I casou-se com a princesa Teresa da Saxônia. Para comemorar o matrimônio real, foi organizada uma corrida de cavalo, que fez bastante sucesso. Assim, nos anos seguintes, houve uma festividade semelhante batizada com o nome de Gramado de Teresa, em homenagem à princesa.

Todavia, a festa ganhou uma nova dimensão em 1840, quando chegou a Munique. A cerveja que era proibida desde os primeiros anos do evento passou a ser servida em 1918, o que se tornou um costume nas comemorações. Atualmente, a Oktoberfest de Munique recebe anualmente um público de 10 milhões de pessoas, que consomem em torno de 7 milhões de litros de cerveja. A festa também se espalhou para outros países, como Argentina, Estados Unidos, Hong Kong, Itália, entre outros.
Equipamentos
Com uma linha de aparelhos especialmente voltados para o setor cervejeiro, a Hanna Instruments do Brasil conta com instrumentos de alta precisão e práticos, como o medidor de turbidez de cerveja HI 93124, da Hanna Instruments do Brasil. Projetado especialmente para aplicações na fabricação de cervejas, o aparelho é portátil e desenvolvido para medir a turvação de acordo com os padrões EBC (European Brewery Convention). Outro aspecto interessante também é o fato do instrumento possuir uma memória interna na qual o utilizador pode registrar até 199 amostras.

O HI 93124 funciona graças a um feixe de luz que passa através de um cuvete que contém a amostra a ser analisada. A fonte luminosa é um LED de infravermelhos capaz de reduzir ao mínimo eventuais interferências, devido a amostras coloridas. Um sensor, posicionado a 90° em relação à direção da luz incidente reconhece a quantidade de luz difusa pelas partículas em suspensão, presentes na amostra.
A limpidez da cerveja é um parâmetro constantemente controlado pelo fabricante, porém muitas substâncias podem provocar fenômenos de turvação. O problema identificado com maior freqüência se deve a agregações de polifenois e proteínas. Para evitar estes inconvenientes, o produto pode ser tratado com substâncias estabilizadoras.
Outra indicação para o setor cervejeiro é o medidor de pH, mV e temperatura de bancada HI 221, que proporciona uma análise eficaz e prática. Com capacidade de registrar até 100 medições, o instrumento conta com a tecnologia Calcheck. O sistema de calibração e aferição Calcheck fornece maior clareza, precisão e confiabilidade em uma análise de medição. O HI 221 confronta as características do eletrodo de pH entre uma calibração e outra. Em caso de diferenças elevadas, que podem ser geradas apenas por um eletrodo de pH sujo, o equipamento avisa ao usuário por meio de uma mensagem identificada no mostrador que o eletrodo deve ser limpo antes de efetuar novamente a calibração.
O instrumento memoriza os dados de calibração e fornece um alarme em casos de realizar uma nova calibração. As medições efetuadas e memorizadas podem ser consultadas em um segundo momento. O fornecimento do HI 221 é completo, sendo composto por um eletrodo recarregável em vidro HI 1131P (conector BNC e Pin, com um metro de cabo), uma sonda de temperatura em aço HI 7669/2W, um porta eletrodos HI 76404, soluções de calibração a pH 4.01 e 7.01, uma solução para a recarga do Eletrodo, um adaptador a 12 Vdc, além do manual de instruções.
