Fundamental para o tratamento do produto, a medição de qualidade da unidade é feita com o equipamento HI 98703, da Hanna Instruments
Referência na formação acadêmica em diversos setores no País, além de projetos sócio-culturais, o Senac possui dezenas de unidades espalhadas pelo território nacional oferecendo cursos variados, com profissionais destacados em seus respectivos campos de atuação e excelente infra-estrutura.
Um exemplo disso é o Senac Jabaquara, em São Paulo. A unidade dispõe de 11 salas de aulas preparadas para as atividades teóricas e diversos laboratórios educacionais nas áreas de meio ambiente, saúde e segurança do trabalho. Para desenvolver as análises de potabilidade de água nos cursos oferecidos, o Senac Jabaquara realiza a validação de turbidez por meio do turbidímetro HI 98703, da Hanna Instruments. Utilizado no laboratório de análises físico-químicas, o equipamento oferece diversos benefícios, como explica o gestor ambiental da entidade Felipe Zacari Antunes.
“O uso do turbidímetro proporciona como vantagens a agilidade na análise de turbidez, pois assim que a amostra entra no laboratório a verificação é processada, e a redução de custos com a terceirização dessas análises”, detalha Antunes. Destacando a eficiência e praticidade do equipamento, o gestor ambiental afirma também que a medição realizada no local é um parâmetro dentro de mais de 20 tipos de análises que auxilia nos trabalhos acadêmicos feitos na unidade.
Além do laboratório físico-químico, que é destinado ao conhecimento da diversidade biológica e sua aplicação na proteção ambiental, em que são preparadas as amostras para análise de contaminantes inorgânicos, o Senac Jabaquara também conta com laboratórios de cromatografia, química, microbiologia, instrumentação, ensaios, absorção atômica, análise gravimétrica, difratometria de raio X, entre outros oferecendo boas condições de pesquisas acadêmicas desenvolvidas em seus cursos.
Turbidímetro portátil HI 98703
Com a intenção de projetar turbidímetros que agreguem um sistema de identificação para atender todas as necessidades de seus clientes, a Hanna Instruments desenvolveu o turbidímetro portátil HI 98703 para aplicações científicas e industriais. Apresentando uma grande precisão para analisar a qualidade da água, o aparelho proporciona uma leitura confiável em valores que variam de 0 a 1000,0 NTU.
Totalmente impermeável, contido em uma maleta para transporte e com sistema óptico de última geração, o que garante resultados exatos, o aparelho contém uma lâmpada com filamento de tungstênio e detectores, que compensam as variações de intensidade da lâmpada e minimizam as interferências de luz e cor e a necessidade de uma calibração freqüente.
Contudo, se o usuário quiser calibrar o equipamento, pode realizá-lo facilmente a qualquer momento a dois, três ou quatro pontos (0,1, 15, 100 e 750 pontos de calibração ajustáveis em NTU). Com capacidade de gravar 200 medições disponíveis para consultas a qualquer instante que o usuário desejar e que podem ser posteriormente gravados em um computador para análises, o HI 98703 dispõe de uma interface muito fácil de usar, com um amplo display LCD (Display de Cristal Líqüido) de leitura fácil.
Turbidímetro HI 93703
Outro aparelho da Hanna Instruments recomendado para a medição de turbidez de águas é o turbidímetro portátil HI 93703. O equipamento pode ser utilizado em muitas aplicações, desde a potabilização às descargas industriais, tanto na indústria alimentar como nas piscinas. O aparelho conta com fotômetros que oferecem alta resolução e precisão nas medições e a leitura imediata do resultado através do mostrador. Simples, rápido e preciso, o HI 93703 é uma das melhores soluções para a análise de cloro em campo.
Turvação de águas
Garantir a qualidade da água para o consumo humano por meio de recursos cada vez mais modernos, ágeis e versáteis tem sido um desafio em todo o mundo nos últimos anos, com as constantes ameaças de escassez do líquido. A análise da turvação da água e sua resistência à passagem da luz para verificar suas condições de uso é um dos processos básicos mais difundidos e importantes a todas as empresas do segmento de tratamento de água em inúmeros países.
A medição de turbidez é feita por meio de uma detalhada análise de uma amostra de água, verificando o grau de atenuação de intensidade que um feixe de luz sofre ao atravessá-la, devido à presença de sólidos em suspensão. Esta redução se dá por absorção e espalhamento, uma vez que as partículas que provocam turbidez nas águas são maiores que o comprimento de onda da luz branca. Quanto maior for o espalhamento das partículas sólidas presentes no líquido, mais elevada será a sua turbidez.
Indicador fundamental na análise, a cor é uma medida que identifica a presença de partículas dissolvidas ou finamente divididas (material em estado coloidal) na água. Bem como a turbidez, a cor é um indicador do aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto. Conforme a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde, o valor máximo permissível de cor na água é de 15,0 U.C.
Considerada como um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição da água, assim como o aspecto da cor do produto, a turvação pode ser provocada pela presença de material fino (partículas) em suspensão flutuando ou dispersas na água, que podem ser silte, argila, colóides, matéria orgânica e muitas outras substâncias. De acordo com a Portaria com a Portaria 518/04 do Ministério da Saúde, o valor máximo permissível de turbidez na água distribuída é de 5,0 NTU (Unidade Nefelométrica de Turbidez), conforme a determinação da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Validação farmacêutica
Como forma de padronizar a medição de turbidez, organizações internacionais estabeleceram a validação, que é um mecanismo utilizado para assegurar que um processo cuja saída não é totalmente verificável seja capaz de fornecer constantemente produtos que atendam às especificações. Contudo, os quesitos básicos necessários para a análise de águas farmacêuticas passaram por uma complexa revisão nos últimos 10 anos.
Com o intuito de melhorar a eficiência das técnicas produtivas mundiais, a Farmacopéia Norte-Americana (USP) desenvolveu um novo e obrigatório requisito para a produção de águas para injetáveis (WFI) e água purificada (inicialmente na USP desde 23 de novembro de 1996), pela qual a medição de condutividade TOC <645> e de <643> substitui os processos antigos de análise química. Estes quesitos mantiveram-se inalterados nas revisões posteriores da USP, o que causou um impacto diretamente nas distintas soluções apresentadas por fornecedores de instrumentação para este fim. Assim, a Farmacopéia Norte-Americana iniciou o processo para a harmonização global em conjunto com as farmacopéia da Europa (EP), do Japão (JP) e da China (CP), com o objetivo de obter uma padronização mundial para os requisitos de águas farmacêuticas.